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20/01/2004 15:22
Influências parte II
Agora que eu comecei, ninguém me segura. Vamos falar mais um pouco sobre minhas influências musicais e o que levou minha discoteca básica a ser a salada de frutas que é.
No fim da infância e começo da adolescência, quem me presenteou com boas influências musicais foi meu irmão, quatro anos mais velho do que eu. Ele trazia para casa aqueles bolachões e a gente ficava a tarde inteira ouvindo no velho aparelho 3 em 1 Semp Toshiba. O primeiro, que eu me lembre, foi Rocket to Russia, dos Ramones. Clássico, né? Depois vieram The Clash, The Cure, Smiths, The Police, Queen, OMD, Pixies, Midnight Oil, Legião Urbana, Titãs e mais uma infinidade de coisas que marcaram o fim da década de 80 e o começo dos 90. Isso sem falar nas bandas gaúchas que estavam estourando, como TNT, Cascavelletes, Replicantes e Engenheiros.
Alguns anos depois, meu irmão abriu uma locadora de CDs na nossa cidade. No entanto, como eu não tinha um cd player próprio e o infeliz não me deixava chegar perto do dele, usufrui pouco da Pirata Locadora de CDs (vale lembrar que na época a pirataria de discos não existia, e que o nome surgiu de alguma outra história obscura). Enfim, como tudo que é bom nessa vida um dia acaba, a Pirata teve uma trajetória curta. E aí é que veio a parte boa para mim. Ele, logicamente, não ia guardar todo aquele acervo, portanto aproveitei para comprar alguns disquinhos de barbada, como o primeiro (e único) do Temple of the Dog (lembram de Hunger Strike?) e o primeiro álbum do Stone Temple Pilots. E esse foi o início da minha coleção de CDs. Amanhã tem a terceira parte da saga da minha influência musical.
enviada por Pipos
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